A história da gravação

A gravação de músicas não se trata de um invento novo, mas em se falando da existência da humanidade, talvez possamos dizer que é recente mesmo.
Essas são duas fotos de uma espécie de toca discos datado com o ano de 1890, e segundo registros fabricado na Alemanha.
Esse aparelho está no Museu Parque Malwee na Cidade de Jaraguá do Sul - SC


Confira a História da gravação em um texto mais detalhado retirado da Wikpedia.

A reprodução automática de música pode ser rasteada até ao século IX, quando os irmãos Banū Mūsā inventaram "o instrumento musical mecânico mais antigo conhecido", um órgão hidro-alimentado que tocava cilindros intercambiáveis automaticamente. De acordo com Charles B. Fowler, estes "cilindro com pinos levantadas sobre a superfície, foram o dispositivo básico para produzir e reproduzir música mecanicamente até a segunda metade do século XIX.
 A pianola, cuja primeira aparição foi em 1876, usava um rolo de papel perfurado que armazenava arbitrariamente um longo trecho de música. Este rolo era movido ao longo de um dispositivo que inicialmente tinha 58 buracos, sendo ampliado para 65 e, em seguida, para 88 buracos (em geral, um para cada tecla). Quando uma perfuração atravessava o buraco, fazia a nota soar. Os rolos de pianola, foram a primeira forma de armazenamento de música que poderiam ser produzidos em massa, embora o equipamento para a reproduzir fossem demasiado caros para o uso pessoal. A tecnologia para gravar uma execução ao vivo em um rolo de pianola não foi desenvolvida até 1904. Os rolos de pianola foram produzidos em massa de forma contínua desde 1898. Em 1908, em um caso de direitos de autor da Suprema Corte dos Estados Unidos da América, foi observado que em 1902, havia entre 70.000 e 75.000 pianolas fabricadas, e entre 1.000.000 e 1.500.000 rolos de pianola produzidos. A utilização da pianola começou a declinar na década de 1920, embora ainda hoje sejam feitas algumas variantes. O órgão de feira, desenvolvido em 1892, utilizou um sistema semelhante, um tipo de cartão perfurado dobrado em forma de acordeão.

 Na prática, o primeiro dispositivo de gravação e reprodução sonora mecânico foi o fonógrafo de cilindro, inventado por Thomas Edison em 1877 e patenteado em 1878. A invenção foi muito bem aceite e espalhou-se rapidamente por todo o mundo e, durante as duas décadas seguintes, a gravação comercial, distribuição e venda de gravações sonoras tornou-se o negócio de maior crescimento da indústria internacional, com as gravações mais populares a venderem milhões de unidades até o início da década de 1900. O desenvolvimento de técnicas de produção em massa permitiu que as gravações em cilindros se tornasse um importante novo item para os consumidor nos países industrializados, sendo o cilindro, o formato principal de consumo dos finais da década de 1880 até cerca de 1910.

O próximo grande passo no desenvolvimento técnico do fonógrafo foi a invenção do fonógrafo de disco, mais conhecido por gramofone, geralmente creditado a Emile Berliner e introduzido comercialmente nos EUA em 1889. Os discos eram mais fáceis de produzir, transportar e armazenar e tinham a vantagem adicional de poderem ter duas gravações, na frente e no verso, em vez de uma única suportada pelos cilindros. As vendas das gravações em disco de gramofone, ultrapassaram o cilindro em 1910 e, até ao final da I Guerra Mundial, o disco tornou-se o formato comercial de gravação dominante. Edison, que era o principal produtor de cilindros, criou a Edison Disc Record, numa tentativa de reconquistar o seu mercado. Gradualmente, o formato de disco áudio tornou-se o principal meio de consumo de gravações sonoras, prevalecendo até finais do século XX, tendo o disco de 78rpm sido o formato mais comum desde 1910 até ao final da década de 1950.

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